Obviamente, dia dos namorados foi ruim. Passei o dia pensando em como seria bom estar namorando nesse dia, como eu tinha várias idéias pra fazer dele um dia inesquecível, etc etc etc...
Essa história de ficar com outras meninas pensando em quando vou ver Nina de novo é muito chata.
Tô numa de dar a louca e sair pra algum lugar desconhecido pelo simples prazer de sair. Sozinho, de preferência. Pode ser Aracaju e encontrar Fernandinha, ou Paraíba e ficar na casa do Panic, sei lá. Algum lugar por aqui, pela simples vontade de viajar, de mudar de ares, de rotina, de fronteiras, de pessoas e de amores. Coisa de 2, 3 dias, não mais.
E ontem de noite eu senti uma lágrima cair sem ser programada. Mas foi sentida.
Eu odeio essa sensação de que foi muito mais importante pra mim do que foi pra ela. Que me faz muito mais falta que pra ela. Isso faz eu me sentir extremamente desvalorizado.
Odeio também o fato de me achar ainda dependente, conectado. De não estar sossegado e plenamente superado. Odeio o tempo que não passa.
Odeio ficar remexendo nesse assunto. Esse blog semre me funcionou de terapia e agora eu só falo de Nina, assim como só falava da vida merda de cursinho lá em Campinas. Preciso de outros temas que me façam escrever sobre outras coisas. Preciso dar uma radicalizada.
Não ligar.
Não puxar conversa na internet.
Não armar pra encontrar.
Não tentar dar em cima.
Não evitar que nada aconteça também.
É como band-aid. Dói pra tirar, mas depois fica bom.
Que frase bosta.