Tuesday, June 28, 2005

Vado Via

Finalmente estou de posse do meu passaporte italiano. Nada de necessidade de visto pra EUA, Canadá, Austrália, ou o que for. Nem prazo pra ficar em qualquer país da União Européia. Assim, venço mais uma etada do meu plano de Mochila/Trabalho-pra-sustento na Europa em 2006.

Se tudo der certo e for possível trancar a faculdade com 1 semestre cursado, eu pretendo viajar em Março/Abril.

Caso a faculdade ou a bufunfa só me permitam viajar no 2o semestre de 2006, assim será.

O plano é chegar em Portugal e passar 1 ou 2 meses na casa de Regis, e trabalhar. Depois Itália, no esquema de Jana, e Londres, idem. E Amsterdã. E Paris? E Berlim? Isso, sei lá, o tempo dirá.

Thursday, June 23, 2005

Passando de verdade

Passei da fase crítica. Estou na fase de readaptação, sem mais lamúrias nem crises de tristeza.

Acabo de comprar minha passagem pro Rio. Com as taxas de embarque, 210 reais, ótimo negócio, num vôo de madrugada da decentíssima TAM. Formidável. Nunca viajei de TAM.

Estou ansioso pra me mudar. Mas logo que eu chegar no Rio vai ser um trabalho enorme ficar indo pra Niterói, ainda mais saindo da Barra da Tijuca. Espero que Tia Ginha esteja dirigindo. Senão, acho que vou ficar umas 2 ou 3 noites num hotelzinho lá em Niterói pra realizar minhas procuras por moradia.

Quero organizar uma despedida abrangente aqui. Mas também quero despedidas particulares com amigos mais particulares. E amigas. :p Malu de Bicicleta é bom. Marcelo Rubens Paiva, um escritor que tem estilo.

Wednesday, June 15, 2005

Exatamente como eu falei post passado. Entediado, venho afogar máguas e desilusões aqui. É um fato urgentíssimo: preciso me ocupar sempre.

Toda vez que entro no MSN e Nina está online meus dedos coçam pra puxar conversa. E eu sempre cedo. Preciso aprender a resistir. Sou fraco. Preciso me afastar do computador e, pra isso, preciso me ocupar ainda mais com coisas diversas.

Mas não sei o que. Festas, farras, passeios, essas coisas me ocupam, mas às vezes acabam faltando. E não ando tendo reposição.

Tuesday, June 14, 2005

Sempre que eu fico entediado na internet eu tenho vontade de vir pro blog escrever. É como uma conversa monóloga. Este blog é um dos melhores ouvintes.

Acho que quando eu for relê-lo, daqui a algum tempo, essa temporada dor de cotovelo vai ser bem chata, diferente da temporada deprê de Campinas, porque aí pelo menos eu era bem mais denso e discutia temas mais interessantes, mesmo que numa ótica pessimista.

Apesar do fato de encontrar Nina hoje a noite, não estou ansioso nem cheio de expectativas. Estou de bom humor porque um projeto antigo começou a florescer, que é o musical. Não consegui compor uma boa música, mas minhas letras já foram aproveitadas. Rafa pegou uma que eu gosto muito e fez uma música muito legal. Cheia de solos de dedilhados, bem bonitas.

Vou passar outras letras e outras idéias pra ver se nossa parceria continua.

A música que foi é O Deus que só sou eu. Eu mudei uma estrofe da letra e espero encontrar-me com ele pra passar e ver se dá pra substituir na gravação. A letra nova é:

O ponto mais alto do céu
É o ponto mais alto que se consegue enxergar
Sem se perguntar o que está além
O ponto mais baixo do inferno
É o que não se quer enxergar

Eu vou pedir pra deus decidir o meu destino
Controlar a minha vida, me fazer vencer
Eu vou pedir pra deus
Mesmo que esse deus só seja eu.


A vida que segue sem rumo
É a vida iludida por falsos bons momentos
E que vê dissipar a realidade
O ocaso namora meu destino
Com suas páginas em branco


Eu vou pedir pra deus decidir o meu destino
Controlar a minha vida, me fazer vencer
Eu vou pedir pra deus
Mesmo que esse deus só seja eu.

Monday, June 13, 2005

Dá pra mudar de assunto?

Obviamente, dia dos namorados foi ruim. Passei o dia pensando em como seria bom estar namorando nesse dia, como eu tinha várias idéias pra fazer dele um dia inesquecível, etc etc etc...

Essa história de ficar com outras meninas pensando em quando vou ver Nina de novo é muito chata.

Tô numa de dar a louca e sair pra algum lugar desconhecido pelo simples prazer de sair. Sozinho, de preferência. Pode ser Aracaju e encontrar Fernandinha, ou Paraíba e ficar na casa do Panic, sei lá. Algum lugar por aqui, pela simples vontade de viajar, de mudar de ares, de rotina, de fronteiras, de pessoas e de amores. Coisa de 2, 3 dias, não mais.

E ontem de noite eu senti uma lágrima cair sem ser programada. Mas foi sentida.

Eu odeio essa sensação de que foi muito mais importante pra mim do que foi pra ela. Que me faz muito mais falta que pra ela. Isso faz eu me sentir extremamente desvalorizado.

Odeio também o fato de me achar ainda dependente, conectado. De não estar sossegado e plenamente superado. Odeio o tempo que não passa.

Odeio ficar remexendo nesse assunto. Esse blog semre me funcionou de terapia e agora eu só falo de Nina, assim como só falava da vida merda de cursinho lá em Campinas. Preciso de outros temas que me façam escrever sobre outras coisas. Preciso dar uma radicalizada.

Não ligar.
Não puxar conversa na internet.
Não armar pra encontrar.
Não tentar dar em cima.
Não evitar que nada aconteça também.

É como band-aid. Dói pra tirar, mas depois fica bom.

Que frase bosta.

Saturday, June 11, 2005

Hum...

Ontem tudo aconteceu pra me anunciar: a noite vai ser um desastre...

Primeiro, abri a porta da geladeira e a porta caiu.
Depois o Bahia tomou 4x2 em plena Fonte Nova.
Daí a minha carona, com tudo acertado, manda uma mensagem dizendo que não vai mais e fica incomunicável. Uma nova carona é agendada, com algum mau humor.
E, por fim, Não fiquei com ela, como esperava que fosse. Alguns esclarecimentos, previsões pro futuro. Parei, nunca mais vou insistir. Se rolar vai ser totalmente natural. Não vou mexer uma palha pra conseguir nada.

Mas a noite não foi ruim. Foi divertida. E eu nem estou down. Muitas coisas em vista, festas rolando, tempo ocupado e sentimentos cicatrizando.

Agora vou numa festa. Não, não vou encontrá-la nessa. :)

Wednesday, June 08, 2005

it´s been a bad day

O que é tristeza? Há tantas formas de se estar triste. Eu estou triste. Eu ando triste. Não é tão fácil quanto eu pensava. E pode ser muito doloroso. E eu quero viajar. E eu quero ir embora.Não vejo mais alegrias nas coisas que antes costumavam me entreter. Faço pouco do que realmente pode me ajudar na esperança ingrata de recuperar algo que já não existe mais. Eu preciso aprender a me ajudar. E me blindar contra esses sentimentos torturantes que me afligem. Mas, sem saber por onde, ignoro e persisto nessa caminhada burra num chão de espinhos que só me faz andar em círculos até chegar a hora de tomar o rumo certo. Mas eu não precisava dar essas voltas todas e acabar no mesmo lugar. Podia ficar parado de uma vez. Mas parado não é do meu feitio. Mas podia acreditar mais em mim, zelar mais por mim, e escolher caminhos mais interessantes.
Vou fingir que vou trocar mas no fundo vou querer seguir esta trilha do mesmo jeito, porque permanecer ainda é mais confortável que arriscar uma guinada aguda. Vamos ver se meus pés resistem nesse caminhar sangrento.

Em fatos... ainda tenho muito ciúme. Não preciso ficar sabendo de nada... mas só em saber que ela foi em festas, eventos, etc, e está "disponível", me deixa angustiado. Talvez pelo fato de eu não estar no ritmo de conhecer outras. Ah, sentimento merda...

Monday, June 06, 2005

empurrando com a barriga

As coisas mudaram um pouco de figura... conversa vai, conversa vem, vamos tentar ir ficando, achando que vai ser melhor. Empurrando com a barriga e torcendo pra sair o que a gente acha que vai, de ser melhor e tal. Torcendo.

Não nos vimos ainda depois dessa conversa. ... ... ...

Saturday, June 04, 2005

Preciso me mudar

Definitivamente.

Cadê esse Julho que não chega?

Thursday, June 02, 2005

Controle-se!

Ontem eu fiz uma bobagem. Não tinha clima, mas mesmo assim eu tentei forçar uma situação... sem a devida preparação, tudo errado. Que merda.

Mas, foda-se. As coisas tem que estar às claras num momento desse mesmo, não dá pra ficar no sei lá com o coração partido.

Mas não quero ficar com ninguém na frente dela ainda... Sei lá... me machucaria vê-la com outro por agora. Então posso estar fazendo isso pra preservá-la. Mas, no fundo, acho que isso nem magoaria ela, afinal... mas se eu ficasse com alguém, acabaria "autorizando" ela a fazer o mesmo na minha frente, e aí eu me magoaria. Ou seja, estou, na real, me auto-preservando.

Mas dá uma satisfação ao ego, depois de um pé na bunda, saber que há outras possibilidades por aí. Cada vez mais, e acabo percebendo que pra achar uma não é difícil. Difícil é achar a.