Vivendo
Ainda gosto dela, penso muito nela, quero vê-la. Mas ando resistindo bem, apesar de sentir falta. Estou procurando fazer outras coisas, com outras pessoas, e tocar o barco.
É meu ultimo mês inteiro em Salvador e não quero desperdicá-lo com tristezas.
Mas adoraria ir ficando com Nina. Acho que seria uma transição mais gradativa.
Mas será que essas coisas funcionam assim, com essa lógica toda? Dúvido.

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